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	<title>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</title>
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		<title>Análises de Gabriel Rossi sobre Neymar são destaque em matéria do jornal Extra</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 19:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O palestrante de marketing e diretor da Gabriel Rossi Consultoria foi destaque em matéria que abordou a lacuna mercadológica que será aberta com a saída de Neymar do futebol brasileiro. Segundo Rossi, &#8220;a escassez de ídolos abre espaço para o aparecimento &#8230; <a href="http://gabrielrossi.com.br/analises-de-gabriel-rossi-sobre-neymar-sao-destaque-em-materia-do-jornal-extra/">Leia o artigo completo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O palestrante de marketing e diretor da Gabriel Rossi Consultoria foi destaque em matéria que abordou a lacuna mercadológica que será aberta com a saída de Neymar do futebol brasileiro. Segundo Rossi, &#8220;a escassez de ídolos abre espaço para o aparecimento de opções em outros esportes. Sobretudo o MMA, com Anderson Silva, Rodrigo Minotauro, Vitor Belfort e José Aldo, que se mostram bons de briga na propaganda. Se o futebol de Neymar está de saída, sua imagem fica. — A imagem do Neymar não vai morrer. Vai se fortalecer. &#8221;<br />
Leia mais: <a href="http://extra.globo.com/esporte/copa-confederacoes/neymar-tera-plano-com-aval-do-barcelona-para-nao-se-afastar-da-torcida-brasileira-ate-copa-marqueteiros-veem-vazio-8564698.html#ixzz2VN8hlAWa">http://extra.globo.com/esporte/copa-confederacoes/neymar-tera-plano-com-aval-do-barcelona-para-nao-se-afastar-da-torcida-brasileira-ate-copa-marqueteiros-veem-vazio-8564698.html#ixzz2VN8hlAWa</a></p>
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		<title>As duas faces do Marketing de políticos eleitos</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 19:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando Haddad, Márcio Lacerda e Artur Virgílio. Não importa a filiação partidária, os interesses ou até os pontos de vista. O que os três prefeitos – de São Paulo, Belo Horizonte e Manaus – têm em comum é a maneira anômala de tratar o eleitor antes e depois da eleição. Na área da comunicação, por exemplo, são eles aprendizes de Jano, o deus romano que deu origem ao nome do mês de janeiro, conhecido por ter duas faces, uma olhando para a frente e outra para trás.</p>
<p>Passados meses da posse de prefeitos e vereadores no Brasil, já temos um período que propicia afirmar que grande parte dos candidatos que se elegeram – incluindo estes três prefeitos – mudou de uma posição democrática de trocas de ideias com a população para uma atitude de reclusão cercada de poder. A comprovação pode ser aferida pela mudança de postura nos pontos de contato com o cidadão.</p>
<p>Até outubro, ou no máximo novembro, de 2012, Haddad, Lacerda e Virgílio eram entusiastas da internet. Sites, blogs, redes sociais… mantinham diversas formas de chegar ao eleitor e de receber dele sugestões e reclamações. Eleições ganhas, fim de tudo. O Twitter dos três, por exemplo, está desativado desde que foram eleitos. E não há qualquer explicação a seus milhares de seguidores.</p>
<p>A situação não é nova, é verdade. A presidente Dilma Rousseff foi a primeira a abandonar o Twitter dias depois de sua eleição. Desde 2010, após pedidos de apoio para chegar à Presidência da República, nunca mais foi capaz de postar qualquer dado ou informação na rede. E olha que lá está uma mensagem clara, de 16 de novembro de 2010: “Vamos continuar conversando aqui de vez em quando. Aproveito p/agradecer as muitas mensagens de carinho de vcs (sic). São um grande estímulo”. Infelizmente, a promessa não virou realidade.</p>
<p>Os três prefeitos e a presidente Dilma são apenas alguns exemplos do que não se deve fazer no marketing político na era digital. Os políticos ainda tratam as redes sociais como uma brincadeira passageira, algo que pode ser abandonado da noite para o dia, como uma ferramenta para ganhar votos, nada mais. Falta olhar para a web como um canal revolucionário de pesquisa, aprendizado, branding e comunicação direta com milhões de pessoas. Não é possível ter uma face antes do voto e outra depois.</p>
<p>Um conceito que vem crescendo ao longo dos últimos anos em diversos países é o de “Governo 2.0”, em que os cidadãos podem, por meio de ferramentas abertas e livres, participar dos governos. Isso começa de um processo simples: a abertura de dados. Um exemplo interessante é o do vereador de São Paulo Floriano Pesaro. Em seu site, o cidadão pode opinar sobre assuntos de interesse do município, além de poder “votar” nas propostas enviadas pelo vereador à Câmara, antes mesmo que os próprios parlamentares paulistanos o façam. O visitante ainda pode conferir todas as despesas do gabinete, mês a mês, e fazer sugestões para seu mandato. Além disso, o parlamentar mantêm suas redes sociais constantemente atualizadas. Não o conheço, mas cito o caso exatamente pela boa iniciativa.</p>
<p>Segundo as mais recentes pesquisas, o Brasil tem hoje cerca de 80 milhões de internautas com idade acima de 16 anos. Destes, 46 milhões acessam regularmente a internet. Levando-se em conta que o País tem cerca de 130 milhões de eleitores, os números são expressivos e por si só já mostram a importância da web para o candidato que deseja se destacar na eleição. Mas a relevância não para no candidato. Continua, sim, para o eleito, o representante da sociedade à frente do poder público.</p>
<p>Quem desejar ter sucesso na carreira política precisa ser humilde, não apenas na aparência. O eleitor conhece mais de internet do que os candidatos ou os partidos. As “marcas” políticas não podem menosprezar este conhecimento e devem apresentar novas formas de aproximação e debate, antes, durante e depois da eleição. Abandonar o eleitor após o objetivo conquistado contribuiu apenas para aumentar a antipatia do cidadão em relação à política.</p>
<p>Já se vão quase 20 anos do surgimento efetivo da internet no Brasil. Porém, ainda falta um trabalho estratégico bem elaborado, sério e profissional por parte dos políticos quando o assunto é marketing digital. A internet não é brinquedo que pode ser abandonado pela criança quando se ganha um novo.</p>
<p>Publicado originalmente no portal Mundo do Marketing.</p>
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		<title>Análises de Gabriel Rossi sobre compras coletivas são destaque no Portal UOL</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 17:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O palestrante e especialista em marketing, Gabriel Rossi, alertou as marcas sobre os perigos das compras coletivas.  <a href="http://gabrielrossi.com.br/analises-de-gabriel-rossi-sobre-compras-coletivas-sao-destaque-no-portal-uol/">Leia o artigo completo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O palestrante e especialista em marketing, Gabriel Rossi, alertou as marcas sobre os perigos das compras coletivas. Segundo o diretor da Gabriel Rossi Consultoria, &#8220; único motivo para uma empresa ter uma marca forte é para poder cobrar mais caro pelos seus produtos e aumentar a margem de lucro. Se ela reduz seu preço o tempo todo, a marca fica desvalorizada&#8221;, afirma.</p>
<p>Confira a matéria na <a href="http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/05/22/depois-de-prejuizo-rede-big-x-picanha-limita-oferta-em-sites-coletivos.htm">íntegra</a></p>
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		<title>Gabriel Rossi é mais uma vez destaque no jornal Brasil Econômico</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 15:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 13 de maio, Rossi colaborou com matéria do Brasil Econômico sobre propaganda no Google e o impacto das mídias digitais.  Confira na íntegra.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 13 de maio, Rossi colaborou com matéria do Brasil Econômico sobre propaganda no Google e o impacto das mídias digitais.  Confira na íntegra.</p>
<p><a href="http://gabrielrossi.com.br/wp-content/uploads/2013/05/946523_10151594765005789_272238604_n.jpg"><a href="http://gabrielrossi.com.br/wp-content/uploads/2013/05/946523_10151594765005789_272238604_n.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-5143" alt="946523_10151594765005789_272238604_n" src="http://gabrielrossi.com.br/wp-content/uploads/2013/05/946523_10151594765005789_272238604_n-256x300.jpg" width="256" height="300" /></a></a></p>
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		<title>(Vídeo) Assista a participação de Gabriel Rossi no programa Gente que Fala</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 15:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rossi participou, representando o marketing, do programa Gente que Fala da Rádio Trianon. Participaram também o desembargador e ex deputado federal Régis de Oliveira, o médico Milton Flávio e o delegado Alexandre Zakir. Apresentado pela jornalista Liliane Ventura. http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&#38;v=ISlRi2IEyQM]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Rossi participou, representando o marketing, do programa Gente que Fala da Rádio Trianon. Participaram também o desembargador e ex deputado federal Régis de Oliveira, o médico Milton Flávio e o delegado Alexandre Zakir. Apresentado pela jornalista Liliane Ventura.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=ISlRi2IEyQM">http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=ISlRi2IEyQM</a></p>
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		<title>Gabriel Rossi fala de marketing político para a rádio CBN</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 19:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O especialista em marketing Gabriel Rossi concedeu entrevista de sete minutos ao Jornal da CBN 1ª Edição, da Rádio CBN Salvador 91,3 FM. Rossi relatou sobre as novas formas de se fazer política pela internet e como os candidatos podem &#8230; <a href="http://gabrielrossi.com.br/gabriel-rossi-fala-de-marketing-politico-para-a-radio-cbn/">Leia o artigo completo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O especialista em marketing Gabriel Rossi concedeu entrevista de sete minutos ao Jornal da CBN 1ª Edição, da Rádio CBN Salvador 91,3 FM. Rossi relatou sobre as novas formas de se fazer política pela internet e como os candidatos podem conversar com seus militantes por meio das redes. Confira na íntegra.</p>
<p><a href="https://soundcloud.com/luciano_testa/r-dio-cbn-salvador-91-3-fm-25?utm_source=soundcloud&amp;utm_campaign=share&amp;utm_medium=twitter">https://soundcloud.com/luciano_testa/r-dio-cbn-salvador-91-3-fm-25?utm_source=soundcloud&amp;utm_campaign=share&amp;utm_medium=twitter</a></p>
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		<title>O marketing da diversidade</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 19:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Brasil hoje reúne hoje cerca de 18 milhões de pessoas que consomem produtos ligados à causa homossexual, 78% com cartão de crédito e com renda salarial média de R$ 3.247. Qual mercado não gostaria de aproveitar tal potencial de consumo?  <a href="http://gabrielrossi.com.br/o-marketing-da-diversidade/">Leia o artigo completo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Daniela Mercury causou alvoroço no Brasil na última semana devido à divulgação de seu namoro homossexual, chamado por ela de casamento. O assunto virou notícia, incluindo a capa da maior revista do País, a Veja, e matéria no mais influente telejornal, o Jornal Nacional. Mas por que o interesse da mídia no assunto? Algo pessoal, que mereceria notas de rodapé de páginas se fosse um anúncio de namoro heterossexual. Mas não é isso que conta. Fica claro que a exposição do caso se trata de uma imposição do mercado. Se as empresas de comunicação divulgam com destaque a homossexualidade de Daniela é porque há leitores ávidos por consumir este tipo de informação. É, em resumo, porque vende revista, gera acesso a site e dá audiência a rádios e televisões.</p>
<p>O Brasil hoje reúne hoje cerca de 18 milhões de pessoas que consomem produtos ligados à causa homossexual, 78% com cartão de crédito e com renda salarial média de R$ 3.247. Qual mercado não gostaria de aproveitar tal potencial de consumo? Esse é o resultado de pesquisas sobre o consumo de homossexuais no Brasil, que, além de todos estes pontos positivos, ainda gastam 30% mais na comparação com heterossexuais. Mas se na mídia já aparece um “despertar”, o restante dos mercados consumidores nacionais ainda é tímido. Alguém conhece uma marca que tenha atitude positiva em relação a gays? A maioria está dentro do armário.</p>
<p>Levantamento da empresa Market Analysis mostra que apenas um em cada dez brasileiros sabe apontar uma marca que tenha atitude positiva com o consumidor homossexual. Isso abre duas opções: ou as empresas ainda não se deram conta deste perfil de consumidores ou precisam melhorar suas estratégias de marketing. E quando cito estratégias, que fique claro, não quero dizer segregação. Não acredito que o caminho seja o lançamento de linhas exclusivas para este público. É justamente o contrário: o caminho é a inclusão homossexual em serviços e produtos já tradicionais.</p>
<p>A Tecnisa, do ramo imobiliário, por exemplo, percebeu que casais homossexuais gostam de apartamentos customizados e investiu na formatação de seus lançamentos para agradar este público, como banheira de hidromassagem, cozinha americana, closet e academia. Além disso, inovou ao lançar uma propaganda com uma imagem de duas cuecas penduradas em um varal, com a frase “mais cedo ou mais tarde, vocês vão morar juntos”.</p>
<p>O Banco Itaú já oferece a opção de financiamento imobiliário para duas pessoas solteiras do mesmo sexo que vivem em conjunto, sem relação de parentesco entre si. Não são ações que excluem o público heterossexual, mas que convidam os homossexuais a participar de maneira igualitária.</p>
<p>Uma das cidades mais turísticas do mundo, o Rio de Janeiro leva a causa tão a sério que criou uma Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual em 2011. O objetivo é treinar donos de estabelecimentos comerciais e funcionários no trato de clientes, independentemente de sua orientação sexual. A velha máxima do “volte sempre” pode mesmo funcionar nestes casos, pois os gays gastam três vezes mais e permanecem 2,5 vezes mais tempo no Rio de Janeiro do que heterossexuais, de acordo com pesquisa da Embratur.</p>
<p>A própria Parada do Orgulho LGBT, em São Paulo, que reúne milhões de pessoas, é cenário perfeito para que as marcas promovam campanhas e se apresentem para este público de maneira amigável, muito além de apenas colocar balões coloridos na avenida. Uma pesquisa feita com 30 mil gays de todo o mundo pela Community Marketing revelou que as políticas internas das empresas têm influência em suas decisões de compra. A não-discriminação na hora da contratação e o reconhecimento de um parceiro do mesmo sexo contam pontos para 45% dos entrevistados.</p>
<p>O preconceito já não pode ser mais visto somente como uma manifestação pessoal. Deve ser observado também no mundo corporativo. Marcas que desviam seu olhar do crescente número de casais homoafetivos podem &#8211; e vão &#8211; perder espaço para seus concorrentes que não fogem da diversidade. A mídia acordou – e isso é um bom sinal.</p>
<p>Fonte: Mundo do Marketing</p>
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		<title>Propmark: Gays chamam atenção dos anunciantes</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 16:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gabriel Rossi avalia que marcas não se comunicam adequadamente com público <a href="http://gabrielrossi.com.br/propmark-gays-chamam-atencao-dos-anunciantes/">Leia o artigo completo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio à polêmica levantada por Daniela Mercury ao assumir seu relacionamento com a jornalista Malu Verçosa, especialistas analisam como os anunciantes se comunicam com o público gay no Brasil. A conclusão é de que quase nenhuma marca entende esse público de maneira adequada. Dados do mercado mostram que o público gay representa 18 milhões de pessoas no país, com renda salarial média de R$ 3.247. Além disso, os homossexuais gastam 30% a mais do que os heterossexuais.</p>
<p>Na opinião de Gabriel Rossi, especialista em branding e cibercultura, e diretor-fundador de uma consultoria de marketing com o seu nome, o problema é que tem muita marca com medo de entrar em polêmica. Ele afirma que, na verdade, a maioria das marcas está dentro do armário – como se diz no jargão popular para definir uma pessoa que não assume sua homossexualidade. “A maioria das marcas não quer se relacionar com esse público, que é extremamente influente. É a hora de conversar com esse público, pois a sociedade está falando sobre isso. Além disso, falta um entendimento mais aprofundado sobre os gays, de como eles se relacionam com outro indivíduo online, o tipo de conteúdo que consome e o que o influencia, por exemplo”, ressalta Rossi.</p>
<p>Para Rossi, ou as empresas ainda não se deram conta desse perfil de consumidores ou precisam melhorar suas estratégias de marketing. Em meio ao universo de tantas marcas, o especialista destaca apenas duas iniciativas positivas. “O Banco Itaú oferece a opção de financiamento imobiliário para duas pessoas solteiras do mesmo sexo que vivem em conjunto, sem relação de parentesco entre si. A Tecnisa percebeu que casais homossexuais gostam de apartamentos customizados e investiu na formatação de seus lançamentos para agradar este público. Além disso, inovou ao lançar uma publicidade com uma imagem de duas cuecas penduradas em um varal, com a frase ‘mais cedo ou mais tarde, vocês vão morar juntos’”.</p>
<p>O consultor considera que não basta fazer ações tímidas na Parada do Orgulho LGBT, nem criar produtos ou serviços específicos para esse público. Segundo ele, o caminho é a inclusão dos homossexuais em serviços e produtos já tradicionais. “Os próprios gays enxergam que as coisas são muito segmentadas para eles”, indica. Para o especialista, as marcas que desviam seu olhar do crescente número de casais homoafetivos podem perder espaço para seus concorrentes que não fogem da diversidade.</p>
<p>O <strong>propmark </strong>apurou que Daniela Mercury, que é uma das garotas-propagandas do Decolar.com, ao lado de várias celebridades, não deve entrar na próxima fase da campanha. Oficialmente, porém, o anunciante afirma que a declaração pública da cantora sobre seu relacionamento homossexual não altera em nada sua relação com a marca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gabriel Rossi faz ensaio exclusivo para a revista Nova Cosmopolitan</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Apr 2013 21:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O palestrante de marketing e diretor da Gabriel Rossi Consultoria foi destaque com foto de uma página e ainda falou sobre sua atuação no marketing e a relação com o público feminino. <a href="http://gabrielrossi.com.br/gabriel-rossi-faz-ensaio-exclusivo-para-a-revista-nova-cosmopolitan/">Leia o artigo completo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://gabrielrossi.com.br/palestras-e-treinamentos-de-marketing-digital/">palestrante</a> de marketing e diretor da Gabriel Rossi Consultoria foi destaque com foto de uma página e ainda falou sobre sua atuação no marketing e a relação com o público feminino.</p>
<p><a href="http://gabrielrossi.com.br/wp-content/uploads/2012/12/NOVA.jpg"><a href="http://gabrielrossi.com.br/wp-content/uploads/2012/12/NOVA.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4922" alt="NOVA" src="http://gabrielrossi.com.br/wp-content/uploads/2012/12/NOVA-225x300.jpg" width="225" height="300" /></a></a></p>
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		<title>Ainda não é a vez da China</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Apr 2013 21:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Rossi Consultoria e Palestras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não é novidade que a China cresce, e muito, economicamente. Há alguns anos deixou de ser o país do futuro e já virou realidade. Mas será que esse aumento de dinheiro se traduz, ou se traduzirá, em liderança global?  <a href="http://gabrielrossi.com.br/ainda-nao-e-a-vez-da-china/">Leia o artigo completo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Gabriel Rossi</em></p>
<p>Não é novidade que a China cresce, e muito, economicamente. Há alguns anos deixou de ser o país do futuro e já virou realidade. Mas será que esse aumento de dinheiro se traduz, ou se traduzirá, em <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/#" rel="nofollow">liderança</a> global? Minha opinião é que não. É errado afirmar, como muitos já fizeram, que o mundo está, ou estará, “sob a liderança da China”. E não sou somente eu quem afirma. A tese é defendida também por David Shambaugh, especialista sobre China na George Washington University, que lançou recentemente o livro “China Goes Global: The Partial Power”.</p>
<p>Vamos aos fatos, com uma visão de Marketing. A expansão da economia chinesa é ampla, mas não profunda. O País tem escala, pois abriga cerca de 1,3 bilhão de pessoas, mas ainda tem um longo caminho a percorrer “fora de casa”. A marca “China” tem problemas. Ninguém no mundo – e acredito que nem os mandatários chineses – sabe o que ela quer e que tipo de poder ela quer ser e exercer. Há claramente uma crise existencial. <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/#" rel="nofollow">Marcas</a> e corporações estrangeiras têm dificuldades enormes de atuar no País por condições domésticas problemáticas, que vão desde relações de trabalho antiquadas até problemas políticos e a crescente dissidência de intelectuais e artistas, como é o caso do artista plástico Ai Wei Wei.</p>
<p>Quando as empresas chinesas se aventuram fora de seu território, raramente obtêm sucesso. Temos conhecimento de poucas marcas chinesas (Lenovo é exceção no mundo e a JAC aqui no Brasil). Inclusive, nenhuma figura no ranking Interbrand das melhores marcas globais. O mercado dos chineses é dominado por produtos “low-end”, ou seja, com menor preço, para <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/#" rel="nofollow">clientes</a> que não desejam ou são capazes de gastar grandes quantias. Há, em suma, muito pouco sentimento e reconhecimento de marcas chinesas.</p>
<p>A lista das empresas que mais faturam do mundo da Forbes possui presença de corporações chinesas, mas apenas pouquíssimas (menos de cinco) captam a maior parte de sua renda fora da China. E não para por aí: uma potência <a href="http://www.mundodomarketing.com.br/#" rel="nofollow">mundial</a> também pode ser reconhecida assim por seu poder militar (o que é uma pena). Mas a China se desenvolveu suficientemente para ser uma potência na Ásia, mas sem capacidade de intervenção global. O que se pode afirmar é que os chineses são fortes no campo militar cibernético.</p>
<p>É claro que o acontecido até o momento pode ser um pedaço do caminho chinês para o topo do mundo. Mas será preciso um acerto de rota. Os Estados Unidos estão se recuperando. O Japão é sempre o Japão, com seu poder de superação inimaginável. A Europa não ficará em crise para sempre. A China avança, em casa, mas a direção ainda é incerta.</p>
<p>Fonte: Mundo do Marketing</p>
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